Confluência ciência-esoterismo da atualidade.
Dezembro 3, 2009 at 2:29 pm | In Era de Aquário, Transição Planetária | Leave a CommentTags: A Nova Era, Ramatís, Transição Planetária
No livro “Evolução no Planeta Azul” (obra psicografada por Norberto Peixoto), Ramatís nos fala sobre “pulsação” da Terra no período de transição planetária:
PERGUNTA: – Os cientistas verificam a realização de profecias ancestrais e de diversas tradições indígenas, reconhecendo comprovadamente importantes alterações no campo magnético e de freqüência da Terra neste início de Era de Aquário. O que tendes a dizer dessa confluência ciência-esoterismo da atualidade, e qual a visão espiritual dos mentores do Espaço sobre este momento de transição planetária que tem gerado insegurança em alguns espiritualistas estudiosos temendo o profetizado final dos tempos?
RAMATÍS: – Os homens voltam-se aos conhecimentos espiritualistas mais antigos para entenderem espiritualmente o que estão descobrindo e constatando por meios científicos. Como a comunidade que habita a egrégora terrestre está em franco processo de mudança, em que a transladação de espíritos imorais e despreparados para a vivência amorosa da Era de Aquário está sendo levada a efeito para planetas mais atrasados, ao mesmo tempo que espíritos com melhor condição moral estão encarnados em vosso orbe num mesmo influxo magnético cósmico de planetas mais evoluídos que a Terra, ocorre simultaneamente um aumento da freqüência vibratório coletiva do planeta, por um mecanismo que podeis entender como ressonante. Os cientistas terrícolas comprovam que a “pulsação” da Terra, ou a chamada Ressonância de Schumann, está aumentando drasticamente, ficando algo estarrecidos por não encontrarem explicações em parâmetros mecanicistas aos quais estão habituados, o que leva uma minoria a voltar-se positivamente para o espiritualismo, o ocultismo e para as questões esotéricas das tradições ancestrais da humanidade, muito especialmente as orientais.
As transições planetárias sempre ocorreram em toda a História; eis que a evolução requer movimento ascensional. O que estais verificando é uma intensidade no efeito de transitar, o que denota mudança de Era, compreendendo um ciclo de intensas e sérias modificações, algo que deveis perceber sem medos ou excessiva fascinação, que poderá vos conduzir a uma fixação exagerada nesse assunto, ante os percalços da vida comum, que devem preponderar. Dentre vós há os que se tornaram trombetas vivas do momento apocalíptico, como se o fim do mundo terrificante vos batesse à porta, fazendo disso uma preocupação utilitarista, ampliando os interesses individuais de salvação à direita do Cristo contra a caridade coletiva que emana do amor ao próximo, como se o Cosmo impusesse pressa na ascenção evolutiva àqueles que ainda não tem em si os valores morais para serem o trigo e não o joio. Se fordes o joio após a separação, continuareis evoluindo normalmente em outro planeta, talvez nem tão inóspito e selvagem quanto o que estagiais agora. Espíritos imortais que sois, os céus eternos não vos impõem excesso de velocidade na autopista que conduz à estação evangélica, sob pena de severa multa aos aligeirados que esquecem as regras do bom trânsito entre irmãos. Certo está que não deveis ficar paralisado diante da Nova Era que se avizinha, pois se não há imposições de prazo evolutivo pela Divindade, há de se remover os estacionados indevidamente, para o bom fluxo de todos.
Para refletir…
Dezembro 29, 2008 at 6:13 pm | In A Nova Era, Exílio Planetário, Nibiru | 1 CommentTags: A Nova Era, Nibiru
“Quando o filho do homem vier na sua glória
com todos os seus Anjos,
sentar-se-á no seu trono glorioso.
Todas as nações se reunirão na sua presença
e ele separará uns dos outros,
como o pastor separa as ovelhas dos cabritos;
e colocará as ovelhas à sua direita e
os cabritos à sua esquerda.
Então, o rei dirá aos que estiverem à sua direita:
‘Vinde, benditos de meu Pai;
recebei como herança o reino
que vos está preparado desde a criação do mundo.
Porque tive fome e destes-me dede comer;
tive sede e destes-me de beber;
era peregrino e me recolhestes;
não tinha roupa e me vestistes;
estive doente e viestes visitar-me;
estava na prisão e fostes ver-me’.
Então, os justos lhe dirão:
‘Senhor, quando é que te vimos com fome
e te demos de comer;
ou com sede e te demos de beber?
Quando é que te vimos peregrino e te recolhemos,
ou sem roupa e te vestimos?
Quando é que te vimos doente ou na prisão
e te fomos ver?’.
E o rei lhes responderá:
‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes
a um dos meus irmãos mais pequeninos,
a mim fizeste’.
Dirá então aos que estiverem à sua esquerda:
‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno,
preparado para o diabo e os seus anjos.
Porque tive fome e não me destes de comer;
tive sede e não me destes de beber;
era peregrino e não me recolhestes;
estava sem roupa e não me vestisse;
estive doente e na prisão e não me fostes visitar’.
Então também eles lhe hão de perguntar:
‘Senhor, quando é que te vimos
com fome ou com sede,
peregrino ou sem roupa, doente ou na prisão,
e não te prestamos assistência?’
e ele lhes responderá:
‘Em verdade vos digo:
Quantas vezes o deixastes de fazer
a um dos meus irmãos mais pequeninos,
também a mim deixasse de fazer’.
Estes irão para o suplício eterno
e os justos para a vida eterna.”
Jesus (Evangelho Mateus 25, 31-46)
O sexo como vício do corpo.
Novembro 22, 2008 at 5:06 pm | In A Nova Era | Leave a CommentTags: A Nova Era, vícios
PERGUNTA: – Comparando com o fumo, a bebida alcoólica e as demais drogas, como poderíamos entender o papel do sexo entre os vícios do corpo?
HERMES: – O sexo possui função desencadeadora, pois os demais vícios citados geralmente têm finalidade de melhorar o interesse e a performance sexual, ou então de criar um clima propício para a busca desse prazer. Logo, não podemos desprezar a ação impositiva desse vício na derrocada evolutiva do indivíduo. Em toda a história da humanidade não são poucos os casos de sofrimento e tragédias causados pelo desvario sexual. Muitas famílias foram destruídas pelo ardor sexual dos homens, que não conseguiam manter um relacionamento exclusivo com suas esposas, e, outras tantas, pela traição das mulheres, que se entregaram à sedução ilícita, maculando o santuário do lar.
Os espíritos do atual ciclo evolutivo da Terra, ainda apegados a sues caprichos egocêntricos e interesses infantis, agravaram os seus carmas e semearam tristeza por onde passaram em diversas existências por causa do ardor sexual. Ainda hoje, colhem sistematicamente os frutos causados pelo descontrole sexual de longa data.
PERGUNTA: – Devemos entender o sexo então como um pecado e um vício abominável?
HERMES: – Nem de uma forma nem de outra. O pecado significa fazer aos nossos semelhantes aquilo que não gostaríamos que nos fizessem, desrespeitando as leis divinas ou seja, se o cônjuge e a sociedade atual entendem que a união matrimonial deve ser monogâmica, nesse caso manter um relacionamento fora do casamento é um ato pecaminoso. Mas, no antigo Egito, como estudamos no livro “Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito” era normal os homens se casarem com mais de uma mulher. E as esposas em geral ao se sentiam ofendidas por isso, pois esse era um comportamento cultural aceito pela sociedade.
A poligamia é uma atitude atrasada espiritualmente, mas fazia parte do contexto evolutivo daquela época. Portanto, pecado é magoar, desrespeitar, infligir dor e sofrimento, dentro dos preceitos evolutivos da sociedade em que estamos inseridos.
Quanto ao sexo ser um vício, isso só é verdade para aqueles que desrespeitam esse ato e se tornam escravos dele, assim como o álcool que pode ser muito saudável quando bebido com moderação, como no ensina a medicina atual sobre os efeitos benéficos do vinho tinto para a saúde.
Fonte: “A Nova Era, orientações espirituais para o terceiro milênio”, obra mediúnica de Roger Bottini Paranhos, orientada pelo espírito Hermes
A verdade relativa.
Novembro 14, 2008 at 10:56 pm | In A Nova Era | Leave a CommentTags: A Nova Era
Muitos estão sempre à procura da verdade absoluta, da verdade divina. Porém o que as religiões nos passam são verdades relativas, segundo as quais devemos seguir até conquistarmos um maior grau de evolução, e sermos apresentados a um nível mais alto de verdade relativa. A Nova Era, sob o comando de Saint Germain, terá novas verdades relativas, ou seja, novas metas a serem alcançadas. Mas porque a verdade absoluta não é apresentada de uma vez? Veremos o que Hermes nos diz a respeito:
PERGUNTA: – Algumas pessoas poderiam afirmar que a tese da verdade relativa constitui uma falsidade ou até mesmo uma mentira, pois acreditam que a verdade é uma só. O que dizes sobre isso?
HERMES: – A verdade deve ser revelada aos povos gradualmente, de acordo com a sua capacidade de entendimento, senão somente causaria distúrbios e incompreensão. Uma prova da dificuldade de se difundir novas verdades está na ignominiosa crucificação de Jesus. O Mestre dos mestres desceu ao precário plano físico para “atualizar” a verdade da humanidade e foi atacado, condenado e desrespeitado por aqueles que não conseguiram enxergar a beleza de seus ensinamentos. E, hoje em dia, passados dois mil anos, ainda há aqueles que não compreendem o código libertador do Evangelho de Jesus. É como já vos dissemos: a verdade deve ser revelada gradualmente para que não enlouqueça a humanidade, tal a sua profundidade. Caso Deus autorizasse a divulgação de um nível superior da Verdade Suprema à nossa despreparada humanidade, várias pessoas desencarnariam vítimas de depressão por sentirem-se incapazes de atingir o novo estágio para o qual não possuiriam equilíbrio espiritual, ou, então, os mais “espertos” tentariam utilizar os recursos superiores para satisfazer as suas paixões e desejos de poder.
PERGUNTA: – E qual é a verdade relativa que atende a nossa capacidade evolutiva atualmente?
HERMES: – “Ama ao teu próximo como a ti mesmo” e “Não faças a ele aquilo que não gostaria que te fizessem.”.
Portanto, tivemos 2000 anos para atingirmos as metas traçadas pro Jesus, e não temos que nos lamentar pelo exílio planetário. É apenas uma separação de quem não atingiu essas metas e de quem atingiu tais metas e está pronto para receber as novas metas que virão com a Nova Era. Lembrando que ainda há tempo para que essas metas sejam atingidas, embora seja bem mais difícil nesta fase final do que durante os 2000 anos que passaram. (as perguntas e respostas foram retiradas do livro: “A Nova Era, orientações espirituais para o terceiro milênio”, obra mediúnica de Roger Bottini Paranhos, orientada pelo espírito Hermes).
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